
domingo, 19 de fevereiro de 2012
Da memória
Terra agora feita carne, pele e fezes,
ossos de homens e bestas, trigais e folhas.
As casas vivem e morrem: há um tempo para construir
e um tempo para viver e conceber
e um tempo para o vento estilhaçar as flutuantes vidraças
e sacudir o lambril onde vagueia o rato silvestre
e sacudir as tapeçarias em farrapos, tecidas com silente legenda
[T. S. Eliot]
ossos de homens e bestas, trigais e folhas.
As casas vivem e morrem: há um tempo para construir
e um tempo para viver e conceber
e um tempo para o vento estilhaçar as flutuantes vidraças
e sacudir o lambril onde vagueia o rato silvestre
e sacudir as tapeçarias em farrapos, tecidas com silente legenda
[T. S. Eliot]
Do esquecimento
Toda pessoa deveria, então falar de suas estradas,
de suas encruzilhadas, de seus bancos.
Toda pessoa deveria fazer o cadastro dos seus campos perdidos
[Gaston Bachelard]
de suas encruzilhadas, de seus bancos.
Toda pessoa deveria fazer o cadastro dos seus campos perdidos
[Gaston Bachelard]
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